1 - Generalidades1 - Generalidades
As características e a eficácia dos aterramentos devem satisfazer às prescrições
de segurança das pessoas e funcionais da instalação.
O valor da resistência de aterramento deve satisfazer às condições de proteção
e de funcionamento da instalação elétrica.
2 - Ligações à terra2 -...
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1 - Generalidades1 - Generalidades As características e a eficácia dos aterramentos devem satisfazer às prescrições de segurança das pessoas e funcionais da instalação. O valor da resistência de aterramento deve satisfazer às condições de proteção e de funcionamento da instalação elétrica. 2 - Ligações à terra2 - Ligações à terra - Aterramento Qualquer que seja sua finalidade (proteção ou funcional) o aterramento deve ser único em cada local da instalação. NOTA: Para casos específicos de acordo com as prescrições da instalação, podem ser usados separadamente, desde que sejam tomadas as devidas precauções. A seleção e instalação dos componentes dos aterramentos devem ser tais que: a) o valor da resistência de aterramento obtida não se modifique consideravelmente ao longo do tempo; b) resistam às solicitações térmicas, termomecânicas e eletromecânicas; c) sejam adequadamente robustos ou possuam proteção mecânica apropriada para fazer face às condições de influências externas. Devem
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UFPR - DELT Medidas Elétricas Prof.
Marlio Bonfim
12/11/02 55
Osciloscópio Digital
Neste tipo de osciloscópio, o sinal analógico de entrada é inicialmente convertido para o
domínio digital através de um conversor A/D rápido, sendo em seguida armazenado em uma
memória digital.
Após o disparo (sincronismo horizontal) e um...
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UFPR - DELT Medidas Elétricas Prof. Marlio Bonfim 12/11/02 55 Osciloscópio Digital Neste tipo de osciloscópio, o sinal analógico de entrada é inicialmente convertido para o domínio digital através de um conversor A/D rápido, sendo em seguida armazenado em uma memória digital. Após o disparo (sincronismo horizontal) e um processamento matemático opcional, o sinal é apresentado em um display digital de modo semelhante aos monitores de vídeo de computadores. Diagrama em blocos: − O bloco vertical é semelhante ao de um osciloscópio analógico e tem a função de adequar o sinal de entrada aos níveis de tensão e corrente do conversor A/D; − O bloco horizontal é composto essencialmente por um gerador de clock acionado pelo sincronismo horizontal. A freqüência de clock é função da base de tempo selecionada e define a taxa de amostragem do conversor A/D; − O conversor A/D (em geral de 8 bits, paralelo) amostra o sinal de entrada periodicamente e o armazena em uma memória digital rápida. As t
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INICIANDO NO CSM-1000
INTRODUÇÃO :
O CSM-1000 foi projetado para ser de uso fácil e intuitivo .
As maiorias dos
ajustes comumente usadas podem ser acessadas com um ou dois toques de botão , sem
topar por menus ou listas longas .
Nenhum , ou bem poucos aparelhos poderiam saber ,
antes de você empurrar vários botões ; eles...
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INICIANDO NO CSM-1000 INTRODUÇÃO : O CSM-1000 foi projetado para ser de uso fácil e intuitivo . As maiorias dos ajustes comumente usadas podem ser acessadas com um ou dois toques de botão , sem topar por menus ou listas longas . Nenhum , ou bem poucos aparelhos poderiam saber , antes de você empurrar vários botões ; eles estão resumidos nesse guia de inicialização. Não temos a intenção de explicar todas as suas características; indicamos o uso desse manual para explanações mais gerais . A FRENTE DO PAINEL : Na frente do painel do aparelho você verá vários conectores e botões . Nós discutiremos cada seção individualmente a seguir . Toda a RF que entra e sai é disponível através dos conectores BNC e/ou N . O conector N é o de alta potência e podendo ser usado tanto para sinais de alguns miliwats na entrada , quanto um de 250w de máxima potência , porém recomenda-se utilizar 150w em uso mais prolongado . A entrada de microfone utiliza uma conexão RJ-45 . DADOS DE ENTRADA : A seçã
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Apostila básica sobre osciloscópios.
O osciloscópio é um dos instrumentos mais versáteis
usados na eletrônica.
Com ele podemos verificar um sinal
elétrico e suas variações no tempo.
O osciloscópio mostra o
gráfico da tensão em função do tempo.
O eixo horizontal
(eixo x) é o eixo dos tempos ou base de tempo, o eixo...
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Apostila básica sobre osciloscópios. O osciloscópio é um dos instrumentos mais versáteis usados na eletrônica. Com ele podemos verificar um sinal elétrico e suas variações no tempo. O osciloscópio mostra o gráfico da tensão em função do tempo. O eixo horizontal (eixo x) é o eixo dos tempos ou base de tempo, o eixo vertical (eixo y) é o eixo das amplitudes dos sinais. O elemento básico de um osciloscópio é o tubo de raios catódicos (TRC), cuja superfície interna é impregnada de uma substância fosforescente que emite luz quando bombardeada por um feixe de elétrons. Esse feixe move-se na tela sob a ação dos campos elétricos atuantes nas placas de deflexão horizontal e vertical, que estão no interior do tubo. Cabe aqui lembrar que os princípios que fazem funcionar um osciloscópio não são só usados em eletrônica, mas também em instrumentos de outras áreas, por exemplo: química, física, medicina, mecânica. Também é importante lembrar que a leitura desta apostila será mais útil para a
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Espírito Santo
___________________________________________________________________________________________________
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SENAI
Departamento Regional do Espírito Santo 3
CPM - Programa de Certificação de Pessoal de Manutenção
Elétrica...
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Espírito Santo ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 3 CPM - Programa de Certificação de Pessoal de Manutenção Elétrica Medidas Elétricas
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Conceitos Básicos sobre Sistemas de Energia e Aterramento em Áudio
Compilado por: Eng.
Adriano Luiz Spada
Attack do Brasil
Capítulo 1 – Sistemas de Energia
Os sistemas de energia muitas vezes não recebem a merecida atenção, este fato faz com que
apareçam muitos problemas no sistema de áudio em função do descaso com a...
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Conceitos Básicos sobre Sistemas de Energia e Aterramento em Áudio Compilado por: Eng. Adriano Luiz Spada Attack do Brasil Capítulo 1 – Sistemas de Energia Os sistemas de energia muitas vezes não recebem a merecida atenção, este fato faz com que apareçam muitos problemas no sistema de áudio em função do descaso com a energia que é a base para o bom funcionamento dos equipamentos eletrônicos em geral. 1. 1- Geração da Energia Elétrica A energia elétrica que geramos é uma transformação da energia que está presente na natureza: no calor do sol, nas quedas de água, nos ventos, no calor do vapor, etc. , ou seja, já está criada. O fato é que transformamos a energia já existente em outra forma de energia mais adequada a nossa utilização. A partir disto podemos exemplificar algumas formas de transformação: • Fissão do urânio radioativo obtendo energia elétrica (usinas nucleares); • Queima do óleo obtendo eletricidade (usinas termoelétricas); • Energia mecânica das quedas de água transforma
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2.
2 Exemplos de Ferramentas Manuais
Figura 2.
2 – Exemplos de ferramentas manuais
1- Esquadro metálico; 2- Alavanca metálica (barra); 3 - Serra de esquadria manual;
4 - Batedor de régua; 5 - Martelo de borracha; 6 – Espaçadores; 7 - Punção de bico;
8 - Chave de fenda; 9- Alicate universal; 10 – Martelo; 11- Suta...
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44 2. 2 Exemplos de Ferramentas Manuais Figura 2. 2 – Exemplos de ferramentas manuais 1- Esquadro metálico; 2- Alavanca metálica (barra); 3 - Serra de esquadria manual; 4 - Batedor de régua; 5 - Martelo de borracha; 6 – Espaçadores; 7 - Punção de bico; 8 - Chave de fenda; 9- Alicate universal; 10 – Martelo; 11- Suta (esquadro móvel); 12 - Óculos de segurança; 13 – Grosa; 14 – Formão; 15 – Espátula; 16 – Trena; 17 - Nível; 18 – Estilete; 19 -Serra manual; 20 - Cinta de tração; 21- Arco de serra
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MANUAL DE INSTRUÇÕES DO
MEGÔMETRO ANALÓGICO
SK-1000
Leia atentamente as instruções
contidas neste manual antes de
iniciar o uso do instrumento
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PCCPCC--24662466
SISTEMAS PREDIAIS IISISTEMAS PREDIAIS II
Sistemas Prediais de Proteção contra
Descargas Atmosféricas - SPDA
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TÉCNICAS DE CONTRUÇÃO DO ATERRAMENTO
Existem várias técnicas para a construção do sistema de aterramento, o qual também
é chamado de "terra verdadeiro" pois o terra simulado é que temos na eletricidade
embarcada, como vimos antes.
O sistema de aterramento é constituído por barras ou placas, preferencialmente de
cobre ou...
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TÉCNICAS DE CONTRUÇÃO DO ATERRAMENTO Existem várias técnicas para a construção do sistema de aterramento, o qual também é chamado de "terra verdadeiro" pois o terra simulado é que temos na eletricidade embarcada, como vimos antes. O sistema de aterramento é constituído por barras ou placas, preferencialmente de cobre ou alumínio, ou outros metais bons condutores enterrados no solo. Por solda ou por conectores parafusados, liga-se um cabo a esta barra ou placa, e este será o fio terra. Para um bom aterramento muitas vezes não basta ligar um fio em um pedaço de metal qualquer enterrado. - As caixas de entrada dos edifícios são aterrados, porém este não é o mesmo aterramento das tomadas, na entrada o fio neutro é aterrado em um sistema próprio por exigências das normas de ligação de energia elétrica, o qual pode ter um aterramento eficiente para chuveiro, ou torneira elétrica, mas não serve para os computadores, isto devido ao chamado retorno de tensão que estudamos em eletricidade bá
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MANUAL DE INSTRUÇÕES DO
MEGÔHMETRO DIGITAL
MODELO MG-3200
Leia cuidadosamente as instruções
contidas neste manual antes de
iniciar o uso do megôhmetro
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ETEC SALLES GOMES – SISTEMA DE ATERRAMENTO ELÉTRICO
PROF.
MOREIRA 2010
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Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL “SALLES GOMES”
UNID.
101 – TATUÍ.
TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA
SISTEMA DE
ATERRAMENTO
ELÉTRICO
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Como utilizar um multímetro digital
Uma Breve I ntrodução
Jorge R.
A.
Kaschny
Universidade Estadual de Feira de Santana (2002)
Versão 1.
1
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A
primeira utilização conhecida
das armaduras (ferragens) do
concreto armado no aterramento data da Segunda Guerra Mundial,
mais precisamente de 1941, em um sistema idealizado pelo engenheiro Herb
Ufer para os depósitos de bombas da
base aérea Davis Monthan, em Tucson,
no Arizona, EUA.
Os objetivos desse
sistema eram proteger...
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A primeira utilização conhecida das armaduras (ferragens) do concreto armado no aterramento data da Segunda Guerra Mundial, mais precisamente de 1941, em um sistema idealizado pelo engenheiro Herb Ufer para os depósitos de bombas da base aérea Davis Monthan, em Tucson, no Arizona, EUA. Os objetivos desse sistema eram proteger contra descargas atmosféricas e eletricidade estática, esta última causada por vento e tempestades de areia. Anos mais tarde, Ufer reinspecionou as instalações e concluiu que eletrodos de aterramento utilizando armaduras do concreto promoviam uma menor e mais consistente resistência de aterramento que as próprias hastes, especialmente em regiões com valores altos de resistividade. Devido a esta antiga utilização, o uso das armaduras e/ou cabos e hastes inseridos nas fundações e baldrames de concreto é freqüentemente chamado de “aterramento Ufer. ” A União Alemã das Centrais Elétricas possui desde 1965 diretrizes para a utilização das armaduras das fundações com
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ABC DO
OSCILOSCÓPIO
2ª Edição
Mário Ferreira Alves (malves@dee.
isep.
ipp.
pt)
Departamento de Engenharia Electrotécnica
Março de 1998
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